sábado 16 de dezembro




Guiomar de Grammont

Guiomar de Grammont
 
Guiomar de Grammont é escritora, doutora em Literatura Brasileira pela USP, com estagio na EHESS de Paris, onde lecionou como professora visitante. Foi diretora do Instituto de Filosofia Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto, onde leciona desde 1994. Criou e coordena o Fórum das Letras de Ouro Preto há 9 edições. Foi curadora nas Bienais do Livro do Rio de Janeiro, Minas e Bahia. Organizou também eventos no exterior, como o Letras em Lisboa, a parte brasileira do Salão do Livro Latinoamericano de Paris e - cedida para o Ministério da Cultura por um breve período - a homenagem ao Brasil na Feira Internacional de Livros de Bogotá. Premiada com a Bolsa Vitae e o Casa de las Américas, publicou diversos livros, entre eles, Aleijadinho e o Aeroplano: paraíso barroco e a construção do herói colonial; Don Juan, Fausto e o Judeu Errante em Kierkegaard e Sudário (contos, prêmio Casa de las Americas).Em 20014, deixou a editoria executiva  de ficção nacional que exerceu na Editora Record por um ano e oito meses, para se dedicar à sua própria literatura. 
 
Obras
 
Romance
Palavras Cruzadas (240 páginas) - 2015, Rocco
2015 - Palavras Cruzadas
 
Contos & Crônicas
O fruto do vosso ventre, 1994, Editora Maltese
Fuga em Espelhos, 2001, Editora Giordano
Caderno de Pele e de Pelo/ Cahier de Peau et de Poil, 2002
Sudário, 2006. Ateliê
 
Não Ficção: Ensaios, História, Biografias
Don Juan, Fausto e o Judeu Errante em Kierkegaard, 2003, Catedral das Letras
Aleijadinho e o Aeroplano: paraíso barroco e a construção do herói colonial, 2008, Civilização Brasileira
2008 - Aleijadinho e o Aeroplano: paraíso barroco e a construção do herói colonial
 
Edições estrangeiras
Cuba: O fruto do nosso ventre, 1994, Casa de las Americas
 
Prêmios
"Prêmio Casa de Las Americas 1993, “O fruto do vosso ventre
Bolsa da Fundação VITAE de Artes de São Paulo (2001), Fuga em espelhos 
 

Obras em Destaque

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    Aleijadinho e o Aeroplano: paraíso barroco e a construção do herói colonial

    Civilização Brasileira - 2008 - .

     

    A autora levanta a possibilidade de Antonio Francisco Lisboa não ter sido o artífice deformado genial que se conhece; que sua obra pode não ter sido tão vasta como indica a enorme quantidade de peças que lhe foi atribuída. Obras estas que podem ter sido fruto de uma criação coletiva, de um ateliê, do qual Antonio Lisboa teria sido talvez uma espécie de patrão. Guiomar parte de algumas brechas e possíveis contradições existentes nas biografias sobre o artista para sustentar sua argumentação.


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