segunda-feira 23 de outubro




Vanessa Barbara

Vanessa Barbara
 
Vanessa Barbara nasceu em São Paulo, em 1982. É jornalista, tradutora e escritora. Publicou o livro-reportagem O Livro Amarelo do Terminal (Cosac Naify, 2008, prêmio Jabuti de Reportagem), o romance O Verão do Chibo (Alfaguara, 2008, em parceria com Emilio Fraia) e o infantil Endrigo, o Escavador de Umbigo (Ed. 34, 2011), ilustrado por Andrés Sandoval.
 
É editora do periódico A Hortaliça (www.hortifruti.org), respeitável veículo de imprensa que em 2012 completou dez anos de existência.
Escreve para a revista piauí, onde costuma publicar reportagens sobre hipnose, telemarketing, astrologia, ioiô e anões. É tradutora e preparadora da Companhia das Letras e colunista do Blog da Companhia. Traduziu, entre outros, O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald (2011) e Três vidas, de Gertrude Stein (2008).
 
Foi cronista do caderno Metrópole do jornal O Estado de S. Paulo em 2008-2009.
 
Há dois anos é cronista da Folha de S.Paulo, onde assina uma coluna semanal sobre televisão, e escreve mensalmente para o New York Times.
 
Foi autora convidada da 6a. Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP), em 2008. Em 2012, foi selecionada pela revista Granta como uma das vinte promessas na literatura brasileira. Vanessa também venceu o Prêmio Paraná de Literatura 2014, com o livro Operação Impensável.

 
 
Obras:
 
Não Ficção: Ensaios, História, Biografias
O livro amarelo do terminal (253 pags), 2008, Cosac Naify
 
Romance
O verão do Chibo (120 pags), 2008, Alfaguara – com Emilio Fraia
Noites de Alface (168 pags), 2013, Alfaguara
Operação Impensável (224 págs), 2015, Intrínseca
O verão de ChiboNoites de alface2015 - Operação Impensável

 

Contos & Crônicas
O louco de palestra - e outras crônicas urbanas (198 pgs), 2014, Companhia das Letras
 
2014 O louco de palestra
 
 
Infantil & Juvenil
Endrigo, o escavador de umbigo (56 pags), 2010, Editora 34
 
Quadrinhos
A máquina de Goldberg (112 pags), 2012, Quadrinhos Na Cia
 
Edições estrangeiras
Alemanha: Salatnächte / Noites de Alface / trad. Marianne Gareis – 2014, Al Verlag
Dinamarca: Noites de Alface – (no prelo), Anton Ludwig
França: Les Nuits de laitue / Noites de Alface / trad. Dominique Nédellec – (2015), Éditions Zulma
Itália: La Lunga Notte Del Signor Otto / Noites de Alface / trad. Paolo Brovelli – 2014, Corbaccio
República Checa: Brazilské Noci / Noites de Alface – 2014, Albatros Media
Suécia: Salladsnätter / Noites de Alface / trad. Hans Berggren – 2014, Natur & Kultur
alemanha - Noites de AlfaceItália - Noites de alfaceFrança - Noites de alfaceRepública Checa - Noites de Alfacesuécia - Noites de Alface
 
Prêmios
Prêmio Jabuti 2008 – O livro amarelo do terminal – Reportagem
Prêmio APCA 2008 – O livro amarelo do terminal
Finalista Prêmio São Paulo de Literatura – O verão do Chibo 
Prêmio paraná de literatura 2014 - Operação impensável
 

Obras em Destaque

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    Noites de Alface

    Alfaguara - 2013 - 168 págs.

     

    Noites de alface é um romance que trata de perda, solidão e das convivências diárias triviais, às quais se pode resumir e encerrar uma vida inteira.

    Até a inesperada morte de Ada, com quem Otto estava casado há mais de 50 anos, os dois compartilhavam cada detalhe de sua rotina banal: a disputa do pingue-pongue, os cuidados com o jardim, o preparo de couve-flor à milanesa, as longas noites de documentários sobre o reino animal. Agora, a solidão de Otto ocupava uma “casa de gavetas vazias”.

    Arrasado, ele se recusa a interagir com os habitantes da minúscula cidade onde mora. Refugiado na casa amarela onde haviam morado tanto tempo juntos, Otto tenta ruminar sozinho o passado. Mas a cada contato com os conhecidos da vizinhança, parece mais convencido de que, apesar da sutil normalidade, há um mistério no ar, que acaba por preencher sua vida vazia sem Ada. 

    Pouco a pouco, inspirado pelas séries policiais que adora, Otto vai juntando pistas de um mistério, um incidente obscuro que a comunidade procura ocultar. Sua insônia vai piorando; as noites são cada vez mais longas. Talvez a esposa estivesse envolvida. Ou talvez Otto é que esteja ouvindo coisas. Entre ruídos de liquidificador, latidos, discussões e chineladas, o suspense vai encurralando o solitário morador da casa amarela, que precisa decidir se quer ou não saber a verdade. 


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