sábado 16 de dezembro




Henrique Rodrigues

Henrique Rodrigues
 
Henrique Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro, em 1975. Formou-se em Letras pela Uerj, cursou especialização em Jornalismo Cultural, também na Uerj, mestrado e doutorado em Literatura na PUC-Rio. Já foi pesquisador da Cátedra Unesco de Leitura e Superintendente Pedagógico da Secretaria de Estado de Educação. Trabalha no Sesc Nacional, como assessor técnico em literatura, coordenando projetos como o Prêmio Sesc de Literatura, do qual foi um dos idealizadores.
 
É autor do livro de poemas A musa diluída (Record, 2006), Versos para um Rio Antigo (infantil, Pinakotheke, 2007), Machado de Assis: o Rio de Janeiro de seus personagens (juvenil, Pinakotheke, 2008), O segredo da gravata mágica e O segredo da bolsa mágica (infantil, ambos pela Memória Visual, 2009) e Sofia e o dente de leite (infantil, Memória Visual, 2011), Alho por alho, dente por dente (com André Moura; infantil, Memória Visual, 2012) e do romance O próximo da fila (Record, 2015).
 
É organizador e coautor de Como se não houvesse amanhã: 20 contos inspirados em músicas da Legião Urbana (Record, 2010) e O livro branco: 19 contos inspirados em músicas dos Beatles + bonus track (Record, 2012).
 
É coautor do livro Quatro estações: o trevo (independente, 1999) e antologias Prosas cariocas: uma nova cartografia do Rio de Janeiro (Casa da Palavra, 2004), Dicionário amoroso da Língua Portuguesa (Casa da Palavra, 2009), Escritores escritos (Flâneur, 2010), Humor Vermelho vol. 2 (Vermelho Marinho, 2010), Brasil-Haiti (Garimpo, 2010), Amar, verbo atemporal (Rocco, 2012) e Vou te contar: 20 histórias ao som de Tom Jobim (Rocco, 2004).


Sobre O Próximo da fila
 
"Com delicadeza e sinceridade, o romance de Henrique Rodrigues retrata a vida de tantos jovens que, defrontados com um destino que não reconhecem como seu, resistem como podem para não ser devorados. É também uma celebração da escrita que, se não traz uma solução, traz pelo menos uma trégua que nos permite continuar."
José Castello - O Globo
 
"Com frieza, mas também compaixão, em seu romance de estreia o carioca Rodrigues revisita na terceira pessoa seu passado como homem-sanduíche —e a escrita sóbria e a narração cinzenta afastam o texto do narcísico terreno da autoficção. A cena com o acidente na chapa é das mais indigestas da nossa literatura."
Ronaldo Bressane - Folha de São Paulo
 
"Chama a atenção neste trabalho de Rodrigues como o autor usa bem de sua experiência na poesia para construir metáforas tão precisas da classe média brasileira."
Alejandro Mercado - site A escotilha
 
"É incrível como o autor consegue verter para ficção, através de uma prosa coloquial, de ritmo contagiante, um recorte de tempo tão complexo como é a transição da adolescência para a vida adulta. Principalmente ao situá-lo num cenário tão inusual."
Sérgio Tavares - O Diário

 
Sobre A musa diluída
 
“Leitores, grandes leitores, são homens atordoados pelo que leem. É esta a leitura que me interessa: a que deixa sequelas, a que abre feridas, aquela que muda alguma coisa de essencial em quem lê. A que perfura, a que deixa rombos. Por isso apreciei seu livro, Henrique. Ele me levou, de novo, à posição de perplexidade, dúvida e desamparo que define o leitor. Os grandes livros se fazem por aquilo que neles não se pode ler - por aquilo com que eles desafiam a serenidade do leitor.” José Castello – jornal Rascunho
 
“Henrique parece saber que a poesia pode emergir surpreendentemente a qualquer momento, de tudo o que há – de qualquer coisa que há.”
Renato Rezende – O Globo

“(...) ele evoca a musa e faz uso do verso clássico, metrificado, mas tudo isso com os pés e a cabeça muito bem fincados no século XXI. Nesse sentido, Henrique é um pós-moderno: enxerga tanto a tradição quanto o novo horizontalmente, como se dispostos numa grande mesa de banquete, e serve-se do que e quando lhe apetece, sem preconceitos.”
André de Leones – Diário de Cuiabá

 
Sobre O segredo da bolsa mágica
 
“Henrique, que tem passeado com a mesma desenvoltura pela prosa e pela poesia, brinca de ‘cantar’ histórias que parecem acarinhar o ouvido quando lidas em voz alta”.  
Ronize Aline – O Globo.


Site do autor
 
Veja abaixo entrevista do autor no programa Cidade de Leitores:
 

 

OBRAS

Romances
O próximo da fila (192 págs.) - 2015, Record
2015 - O próximo da fila


Contos & Crônicas
Como se não houvesse amanhã (159 págs.) - 2010, Record
O livro branco (160 págs.) – 2012, Record
2010 - Como se não houvesse amanhã2012 - O livro branco


Poesia
A Musa diluída (98 págs.) - 2006, Record
2006 - A Musa diluída


Infantil & Juvenil
Versos para um Rio Antigo (24 págs.) - 2007, Pinakotheke
Machado de Assis: O Rio de Janeiro de seus personagens (40 págs.) - 2008, Pinakotheke
O segredo da gravata mágica (20 págs.) / il. Júlia Lima - 2009, Memória Visual
O segredo da bolsa mágica (20 págs.) / il. Júlia Lima - 2009, Memória Visual
Sofia e o dente de leite (24 págs.) / il. Bruna Assis Brasil - 2011, Memória Visual
Alho por alho, dente por dente (32 págs) / coautor: André Moura / il. Júlia Lima - 2012, Memória Visual
O Tesouro na sombra da árvore (102 págs.) - 2013, Garamond
Palavras Pequenas (32 págs.) / il. Anabella Lopez - 2016, Bazar do Tempo
2007 - Versos para o Rio Antigo2008 - Machado de Assis: O Rio de Janeiro de seus personagens2009 - O segredo da gravata mágica2009 - O segredo da bolsa mágica2011 - Sofia e o delte de leite2012 - Alho por alho, dente por dente2013 - O tesouro na sombra da árvore2016 - Palavras Pequenas


Edições Estrangeiras
França - O próximo da fila – (no prelo), Anacaona

 

 

 


Obras em Destaque

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    O próximo da fila

    Record - 2015 - 192 págs.

    O próximo da fila é um original e instigante romance de formação, que retrata com leveza e poesia os sonhos, as frustrações e os medos de uma das épocas mais conturbadas que vivemos: a entrada na vida adulta. Após a morte do pai, no início dos anos 1990, o protagonista – de quem não sabemos o nome – se vê subitamente responsável por ajudar a mãe a cuidar da casa e do irmão mais novo. Jovem e inseguro, consegue emprego em uma rede de fast-food, trabalho que tenta conciliar com os estudos, e encontra seu primeiro amor – mais um passo na passo da dura e necessária transição para a maturidade.


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