segunda-feira 23 de outubro




Noemi Jaffe

Noemi Jaffe

Noemi Jaffe é escritora, professora e crítica literária. Doutora em Literatura Brasileira pela USP, trabalhou em escolas de Ensino Médio, como professora de literatura, por mais de vinte cinco anos e, atualmente, oferece cursos de escrita criativa em sua sala própria e em diversas instituições. Organizou duas coletâneas de contos: 336 Horas (Casa da Palavra) e Bestiário (Terceiro Nome).
 
Foto da autora por Renato Parada.
 
Site da autora: www.noemijaffe.com.br

 
Sobre O que os Cegos Estão Sonhando?
 
O livro O que os Cegos estão Sonhando? (Editora 34), organizado pela escritora Noemi Jaffe, é uma amostra poética do quanto uma história de família pode interferir na formação emocional das gerações futuras de um mesmo clã.
Vida Simples
 
Mudas, como pedras. Mas é possível escutá-las, ou ao menos tocá-las com os dedos, sentir seu peso, descobri-las sob a poeira, enxergá-las através da cegueira do passado. O Que os Cegos Estão Sonhando? faz isso, sem violência, como quem tira um peso dos próprios ombros.
Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo
 
 
Sobre Írisz: as Orquídeas
 
O texto é fracionado por uma alternância de vozes e registros. Os momentos mais interessantes surgem quando a linguagem é sujeito e objeto da narrativa ao mesmo tempo.
Rascunho
 
Em Írisz: as orquídeas vemos que a literatura de Noemi Jaffe investiga os limites da ideologia e das relações humanas, oferecendo uma nova perspectiva sobre nossa própria história e os limites de nosso conhecimento.
Eric Becker, Words Without Borders

 
OBRAS
 
Poesia
Todas as coisas pequenas (49 páginas), 2005, Hedra/Kindle
2005 - Todas as coisas pequenas


Contos & Crônicas
Quando nada está acontecendo (152 páginas), 2011, Martins Fontes - com ilustrações de Vivian Altman
A verdadeira história do alfabeto (128 páginas), 2012, Companhia das Letras
Comum de dois (78 páginas), 2014, E-Galáxia - edição digital
Livro dos começos (38 páginas), 2015, Cosac Naify
Não está mais aqui quem falou (144 páginas), 2017, Companhia das Letras
2011 - Quando nada esta acontecendo2012 - A verdadeira historia do alfabeto2014 - Comum de dois2015 - Livro dos começos2017 - Não está mais aqui quem falou
 
 
Romance
Írisz: as Orquídeas (224 páginas), 2015, Companhia das Letras
2015 - Orquideas
 
 
Não Ficção: Ensaios, História, Biografias
Folha explica: Macunaíma (80 páginas), 2001, Publifolha
Do princípio às criaturas, 2008, USP/CNPQ
O que os cegos estão sonhando? com o Diário de Lili Jaffe (1944-1945) e texto final de Leda Cartum (240 páginas), 2012, Editora 34
2001 - Folha explica: Macunaima2008 - Do princípio às criaturas2012 - O que os cegos estao sonhando
 
 
Edições Estrangeiras
Espanha - Irisz – (no prelo), Maresia
Língua inglesa - What Are The Blind Men Dreaming/ O que os Cegos Estão Sonhando? - 2016, Deep Vellum
Portugal - O que os cegos estão sonhando? - 2016, Relógio d'Água
2016 - What the blinded are dreaming 2016 - O que os cegos estao sonhando
 

Prêmios
2013 - O que os cegos estão sonhando?, finalista do Prêmio Passo Fundo Zaffari Bourbon
2013 - A verdadeira história do alfabeto, finalista do Prêmio Portugal Telecom
2014 - A verdadeira história do alfabeto, prêmio Brasília de Literatura de 2014
2016 - Írisz: as Orquídeas, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura
 

Obras em Destaque

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    "Írisz: as Orquídeas"

    Companhia das Letras - 2015 - 224 págs.

     
    Com a entrada da União Soviética na Hungria, em 1956, Írisz foge de Budapeste, deixando para trás a mãe doente e um passado cheio de lacunas. Quando chega a São Paulo para estudar as orquídeas, essa mulher singular e indecifrável logo encanta Martim, diretor do Jardim Botânico.
     
    Agora que Írisz desapareceu, ele terá de preencher seu vazio com os relatórios nada ortodoxos deixados por ela, que transitam entre as particularidades da língua húngara, a crise da utopia comunista, memórias pessoais e algumas observações — bastante inusitadas — sobre as orquídeas.
     
    Com o trabalho meticuloso da palavra que lhe é característico, Noemi Jaffe oferece uma trama rica e envolvente, que investiga os limites da ideologia e as agruras do amor.

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    "O que os cegos estão sonhando?"

    Editora 34 - 2012 - 240 págs.

     
    Com o Diário de Lili Jaffe (1944-1945) e texto final de Leda Cartum
     
    Em abril de 1945, cerca de um ano após ser presa pelos nazistas e enviada como prisioneira para Auschwitz, Lili Jaffe (cujo nome de solteira era Lili Stern) foi salva pela Cruz Vermelha e levada à Suécia. Lá, ela anotou num diário os principais acontecimentos por que havia passado: a captura pelos alemães, o quotidiano no campo, as transferências para outros locais de trabalho, mas também a experiência da libertação, a saudade dos pais e a redescoberta da feminilidade. Esse diário — hoje depositado no Museu do Holocausto em Jerusalém e que, traduzido diretamente do sérvio, tem aqui a sua primeira publicação mundial — foi o ponto de partida para este livro absolutamente incomum, escrito e organizado por Noemi Jaffe. Em O Que os Cegos Estão Sonhando?, há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho “contra a brutalidade do real”.


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