segunda-feira 23 de outubro




Claudia Tajes

Claudia Tajes
 
Claudia Tajes nasceu em Porto Alegre (RS), em 1963, e conta que renasceu em 2000, quando estreou na literatura. Antes de tornar-se escritora, já era uma talentosa redatora publicitária. Diz que, quando só exercia essa profissão, era quase feliz, pois algo faltava. Essa ausência foi preenchida por histórias e personagens, criadas por ela, sem briefing prévio. “Daí em diante, dispensei o psiquiatra”, conta a escritora. Longe do divã, ela passou a ver graça nos desencontros do cotidiano, tema constante em sua obra.
 
Em seus livros, Claudia percorre as vielas do absurdo, os atalhos da pele, os desejos que afastam ou que aproximam as pessoas. Ela trata com humor e sem pudor de temas sérios e, assim, é capaz de tornar a vida do leitor mais rica e mais leve, ao mesmo tempo. No best-seller A vida sexual da mulher feia, fala sobre gente que busca a felicidade no amor, sobre gente que não busca nada e encontra um monte de coisas ou que busca tudo o tempo todo e só acha um vazio cada vez maior. “A felicidade está sempre nos rondando, mas é difícil de se ver”, resume a autora. 
 
Suas personagens são deliciosamente ordinárias, apaixonantes e engraçados. “Elas me ganham quando têm tormentos, mesmo que não sejam exatamente nobres”, afirma. Muitos leitores ficam surpresos quando conhecem Claudia pessoalmente. Costumam dizer: “Mas você é tão quietinha e escreve essas barbaridades?”. E a quem pergunta se ela viveu o que escreve, a autora responde: “Se tivesse acontecido, eu teria me divertido muito mais nessa vida”. 
 
“Adoravelmente maluquete, Claudia Tajes traz à superfície a loucura de todas nós com seus personagens impagáveis”
O Globo 
 
“Claudia Tajes demonstra uma habilidade espantosa para desencavar a graça do seio da desgraça”, 
Cíntia Moscovich, escritora 
 
 
 
OBRAS
 
Romances
Dez Quase Amores (128 págs.) – 2000, L&PM 
As Pernas de Úrsula e Outras Possibilidades (128 págs.) – 2001 / 2006, Agir
Dores, Amores & Assemelhados (146 págs.) – 2002, L&PM
Vida Dura (168 págs.) – 2003 / 2009, L&PM
A Vida Sexual da Mulher Feia (136 págs.) – 2005, Agir
Louca por Homem (119 págs.) - 2007, Agir
Só as mulheres e as baratas sobreviverão (128 págs.) - 2009, L&PM
As Pernas de Úrsula e Outras Possibilidades (edição de bolso) – (no prelo), L&PM
A Vida Sexual da Mulher Feia (144 págs.) (edição de bolso) – 2011, L&PM
Louca por Homem (144 págs.) (edição de bolso) – 2011, L&PM
Por isso sou vingativa (128 págs.)  – 2011, L&PM
2000 - Dez quase amores2006 - As pernas de Úrsula e outras possibilidades2002 - Dores, amores & assemelhados2009 - Vira dura20505 - A vida sexual da mulher feia2007 - Louca por homem2009 - Só as mulheres e as baratas sobreviverão2011 - A vida sexual da mulher feia (edição de bolso)2011 - Louca por homem (edição de bolso)
 
Contos & Crônicas
Sangue Quente (136 págs.) – 2013, L&PM
Partes Íntimas (176 págs.) – 2015, Arquipélago Editorial
2013- Sangue quente2015 - Partes íntimas

 

Edições Estrangeiras 

Croácia: A Vida Sexual da Mulher Feia  (Seksualni zivot ruzne zene) - 2009, Algoritam 
Itália: A Vida Sexual da Mulher Feia (La Vita Sessuale Della Donna Brutta) - 2008, Cavallo di Ferro (direitos revertidos)
IItália: Louca por Homem (Donne che amano gli uomini - (2010), Cavallo di Ferro (direitos revertidos)
Portugal: Louca por Homem - 2010, (direitos revertidos)
Sérvia: A Vida Sexual da Mulher Feia – (no prelo) Strik Publishing House
2009 - A vida sexual da mulher feia - Croácia2008 - A vida sexual da mulher feia - Itália2010 - Louca por homem - Portugal2010 - itália, Louca por homem

 


Obras em Destaque

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    Louca por Homem

    Agir - 2007 - 119 págs.

    Graça é uma espécie de mulher esponja. Buscando ser amada, absorve os hábitos e gostos de cada homem com quem se envolve. Há chance para todos: o fumante, o poeta, o taradão, o boêmio, o simples, o triste, o místico... A história de Graça com cada um deles tem seu capítulo, hilariante, em Louca por homem – histórias de uma doente de amor. "Acho que começou na sétima série, quando me apaixonei por um canhoto e não tive descanso enquanto não escrevi perfeitamente com a mão esquerda", diz a personagem. 
     
    Claudia Tajes leva ao extremo a graça e o ridículo dos relacionamentos amorosos. Os altos e baixos na vida afetiva da protagonista são radicais e divertidíssimos, uma verdadeira montanha-russa. 
     
    Quem, tentando contornar as diferenças e investir em uma relação a dois, já não passou dos limites de adaptação ao outro? Graça faz isso compulsivamente. “E assim, ao contrário do que possa parecer, sempre sobra alguém melhor em mim depois de cada depois”, conclui. 

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    A Vida Sexual da Mulher Feia

    Agir - 2005 - 136 págs.

     
    Claudia Tajes descreve aventuras e desventuras da mulher feia, desde o tratamento diferenciado que recebe na família e na escola até as relações amorosas na vida adulta. Provoca risadas e reflexões, mexendo com o leitor despretensiosamente. Jucianara é a protagonista do livro, narrado em primeira pessoa. “Nas vezes em que reclamei com a minha mãe por me chamar assim, ela respondeu: – Não poderia haver nome que combinasse mais com você”, diz a personagem. A escrita ágil da autora aponta, com humor, desgraças do cotidiano.
     
    Jucianara não tem rosto. Sabe-se que ela é gorda, mas não há mais detalhes de sua feiúra. Apenas das questões e sentimentos que a aparência lhe traz. Assim, a identificação do leitor com a personagem é ampla e abrangente. “Mulher feia é um estado de espírito pelo qual toda mulher passa”, diz a autora, uma bela morena. A vida sexual da mulher feia passeia por vários momentos da vida de “Ju” - da descoberta da aparência até o defloramento. Seu histórico inclui relacionamentos com um pintor frustrado e sujo e com um trocador que demorou horas para escalar seus seios fartos.
     
    A graça peculiar da personagem já começa na apresentação: “Nas festas de fim de ano da empresa, quando todas as garotas ganham algum prêmio, a melhor bunda, a melhor boca (...), eu sou aquela que nunca leva nada. (...) Eu sou aquela que muda o cabelo e sempre fica pior, que sai de roupa nova e ninguém repara, que passa festas fingindo que dança com os amigos, quando na verdade está dançando sozinha (...)”. Se na vida Jucianara é tão rejeitada, no livro é impossível não acompanhá-la até o fim. 
     
    “É incrível a criatividade da moça”
    O Globo
     
    “É inviável não rir à toa e alto durante a leitura (...). Tajes alcança a proeza da risada generosa e solidária, imbuída da reflexão e do combate aos condicionamentos”
    O Estado de São Paulo
     
    Isto é gente
     
     “Tudo é narrado com a graça de Claudia”
    Zero Hora
     


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