terça-feira 17 de outubro




Dodô Azevedo

Dodô Azevedo
 
Dodô, ou Luiz Fernando Azevedo, tem 38 anos e é jornalista há quatorze, tendo colaborado com os jornais Folha de São Paulo e O Globo. Mestre em Letras pela PUC-Rio, divide-se entre as atividades de professor de Literatura e Filosofia, escritor, músico e DJ.  "Escrever é discotecar palavras", define, explicando que sua formação versátil era vista como natural na época do renascimento. Dodô têm dois livros publicados: Pessoas do Século Passado (2005) e DJ Pessoal, uma áudio-ajuda (2008), ambas da editora Rocco. O terceiro, Fé na Estrada, está a caminho. O romance é inspirado na viagem que o autor fez pelos Estados Unidos, percorrendo a mesma rota traçada por Jack Kerouac, no clássico On the road.
 
 
 
 
OBRAS
 

 

Romance
Fé na Estrada (304 págs.) – 2012, Casa da Palavra
2012 fe na estrada
 
 
 
Contos & Crônicas
Pessoas do Século Passado (155 págs.) – 2005, Rocco
2005 - Pessoas do século passado
 
 
Não-ficção
DJ Pessoal, uma áudio-ajuda (278 págs.) – 2008, Rocco
2008 - DJ Pessoal, uma áudio-ajuda

 


Obras em Destaque

  • imagem

    Fé na Estrada

    Casa da Palavra - 2012 - 304 págs.

    Em 2003, o escritor Dodô Azevedo e a fotógrafa Luiza Leite resolveram refazer a rota percorrida pelo escritor norte-americano Jack Kerouac nos anos 50 e que o inspirou a escrever o clássico On the Road. A ideia era justamente encontrar o que de beatnik e contracultural ainda existia na América do século 21. Sem experiências em viagens e com pouco dinheiro no bolso, a tarefa se revelou uma aventura. Índios Navajos, alucinações com chá de peyote e agentes federais que confundiram o autor com um terrorista árabe: tudo o que acontece aos dois estrangeiros durante esta imprevisível jornada os coloca frente a frente com o sentimento simultâneo de profundo ódio e amor pela cultura americana. Com o olhar de um estrangeiro do século XXI, Dodô viveu essa história originalíssima, que deu origem ao romance Fé na estrada.
     
     
     
     

  • imagem

    DJ Pessoal, uma áudio-ajuda

    Rocco - 2008 - 278 págs.

    Imagine sua vida com trilha sonora - você despertando ao som de Fun Day, de Stevie Wonder, sobrevivendo ao engarrafamento tranqüilizado por Slowly, de Milt Jackson, aguardando a vez no banco repetindo o mantra Não quero dinheiro, de Tim Maia. DJ pessoal é um manual que ensina como permear cada hora de nosso dia com a canção mais apropriada. 
     
    Se até pouco tempo atrás as músicas que ouvíamos nos eram impostas no ambiente, vazadas pela janela do vizinho ou sussurradas pelo sistema de som do dentista, a invenção dos iPods trouxe-nos o poder de determinar a nossa trilha sonora. Netos dos walk-men, eles podem carregar milhares de músicas. A revolução que experimentamos hoje, quando o modo de consumirmos música se define pela abundância e variedade de canções que podemos selecionar, é desdobramento do hábito de ouvirmos LPs nas salas de casa, mas também do rádio e da pista de dança. E foi nela que Dodô desenvolveu seu talento de mesclar estilos, sentir e pressentir o que excitará as tribos, e misturá-las dançando em um grande ajuntamento humano. 
     
    Ao sugerir canções em seu livro de “áudio-ajuda”, o autor estimula uma mistura de estilos. Dodô elaborou um cardápio de 65 situações cotidianas, que vão desde o nascimento até o velório, passando por desilusões amorosas, assaltos e tarefas prosaicas como lavar louças. Para cada situação sugere dez canções e escreve sobre elas de forma leve, bem-humorada e sagaz. O livro conta, ainda, com um compêndio que lista o essencial da canção dos anos 60, 70, 80 e 90, além das músicas fundamentais da ópera, do jazz, do rock, da música eletrônica, do hip-hop e da MPB.
     

  • imagem

    Pessoas do Século Passado

    Rocco - 2005 - 155 págs.

    Roberto gosta de criticar Gislaine, que estava na mesma festa do século passado em que Heitor dançou Disco Inferno, música do The Trammps que, para Carla, foi o maior barato de uma noite temperada com vinho branco e “pílulas azuis”. Já para Marcelo, vizinho de todos eles em um prédio do Rio de Janeiro, depois da festa “ao pó todos nós voltaremos, quando já não houver mais ritmo, exatamente quando no relógio badalarem as sete horas da manhã de nossas vidas”.
     
    Desenrolar esse novelo de referências e personagens do século XX tentando se reconhecer como indivíduos no século XXI é um dos desafios desse livro, que tem linguagem pop e não-linear, muitas cores e grafismos.
     
    Pessoas do Século Passado é uma coletânea de crônicas disfarçadas de e-mails supostamente enviados por vizinhos de um condomínio carioca. As mensagens dos personagens ficcionais, que tem entre 7 e 86 anos, procuram dar conta do que representou o século XX. Como eles (e nós) estão vivenciando a passagem do século? “Somos todos vizinhos que se desconhecem”, diz o autor. O livro é fragmentário e ágil, porém denso e, como diz o prefácio, sobre a solidão (tecnológica e pós-moderna).
     
     
    “Inspirado pelo Jogo de Amarelinha, de Cortázar, Dodô aposta na não-linearidade, e relega ao leitor a montagem de seu próprio livro, de acordo com a seqüência desejada. Ao centrar-se no hipertextual, o livro revela um esforço formal para refletir o tema que o autor explora sob ótica acadêmica no curso de Mestrado em Lingüística na PUC-Rio”
    Jornal do Brasil
     
    "Eis, finalmente, um livro que nunca acaba. Ou, pelo menos, o primeiro livro que tem uma sobrevida no ciberspaço, apesar de ser autônomo deste"
    Joel Rufino
     


Sobre a Agência Riff
imagem

Inaugurada em 1991, a Riff representa grandes nomes da literatura brasileira e as principais editoras e agências literárias estrangeiras no Brasil e em Portugal. Saiba mais.




2011 Agência Riff todos os direitos reservados - agenciariff@agenciariff.com.br Guilhotina Design