terça-feira 17 de outubro




Gladis Brun

Gladis Brun
 
Gladis Brun nasceu em 1942, no Rio de Janeiro, e formou-se em psicologia no Chile, onde iniciou a prática terapêutica com crianças, famílias e casais. Com a queda do governo Allende, migrou para a Argentina, continuou a clinicar e, nos anos 80, voltou para o Brasil. Fundadora da Associação Brasileira de Terapia de Família e membro da American Family Therapy Academy (AFTA), Gladis ministra seminários no Brasil e no exterior. Em 2002, recebeu o AFTA Award for Innovative Contribuition to Family Therapy, um importante reconhecimento internacional pelo seu trabalho. É autora de Os meus, os teus, os nossos (na primeira edição se chamava Pais, filhos & cia), que trata das relações das famílias contemporâneas; e de Bem-me-quer, mal-me-quer: retratos do divórcio, em que orienta a família na superação da dor da separação.
 
O que já foi considerado padrão de família – pai, mãe e filhos de um mesmo casamento –, hoje dá lugar a novas relações familiares, em que padrastos, madrastas, enteados, meios-irmãos e avós postiços costumam estar presentes. No livro Os meus, os teus, os nossos, de forma sensível, séria e envolvente, a autora analisa as dificuldades de um divórcio e os desafios encontrados nos novos relacionamentos.
 
Haverá saída para o dilema entre o potencial destrutivo de uma separação e a angústia de um casamento infeliz? Entre o trauma de uma ruptura e as marcas impostas por conflitos contínuos? Para Gladis Brun, a resposta é uma separação respeitosa e bem conduzida. Os caminhos para construí-la ela aponta em Bem-me-quer, mal-me-quer: retratos do divórcio. 
 
O roteirista e escritor Doc Comparato diz que “Gladis Brun semeia afetos, congela confrontos, ressuscita o bom senso e ilumina a realidade, sem cegar os desejos”. Estudiosa das relações familiares, Gladis, tanto no consultório como em sua literatura, suaviza a existência e nos ensina a superar medos, bloqueios e conflitos, convivendo melhor com a realidade e com os imprevistos da vida familiar.
 
"Gladis mostra que é possível um casal se separar e ser feliz"
O Globo 
 
"Gladis propõe uma observação profunda dos sentimentos, dúvidas, medo e rejeições nas relações familiares"
Revista Cláudia
 
iG  
 
“Afirmar que a saúde da alma é tão importante quanto o bem-estar físico deixou de ser motivo de espanto ou controvérsia neste final de século. Os meus, os teus, os nossos é fruto da experiência de quem soube respeitar as diferenças, superar os preconceitos e compreender que não há caminhos prontos para quem busca a felicidade”
José Serra, ex-ministro da Saúde do Brasil
 
 
OBRAS
 
Autoajuda
Bem-me-quer, Mal-me-quer: retratos do divórcio (256 págs.) – 2001, Record
Os Meus, Os Teus, Os Nossos (208 págs.) – 1999, 2010, Larousse
2001 - Bem-me-quer, mal-me-quer: retratos do divórcio2010 - Os meus, os teus, os nossos

 


Obras em Destaque

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    Bem-me-quer, Mal-me-quer: Retratos do Divórcio

    Record - 2001 - 256 págs.

    A autora e terapeuta de família Gladis Brun apresenta casos ficcionais que ajudam a entender e a lidar com o processo de separação. Ela aponta caminhos para a construção de um divórcio amigável e respeitoso, ainda que doloroso. O importante é que a família, com o tempo, volte a um ritmo de normalidade e cada um retome e/ou refaça seus projetos de vida. 
     
    No livro, a autora narra histórias de famílias cinco anos após a separação, quando dor, ressentimento e rancores costumam estar superados; e quando se pode analisar os motivos do divórcio de forma mais coerente. As histórias são diversas: desde casais cujas diferenças culturais pesam no momento do divórcio até uma personagem que se descobre homossexual e fica dividida entre revelar sua opção sexual e defender a custódia de sua filha de três anos. Bem-me-quer, mal-me-quer procura não julgar os envolvidos, mostrando o aspecto humano de cada um. A psicóloga analisa também o papel da mulher, muitas vezes vista como perdedora, por não ter sido capaz de manter uma relação estável. 
     
    “No divórcio, construímos movimentos a nosso favor quando conseguimos criar novas áreas de negociação, tornando possível fazer justiça ao que foi vivido, resgatando-se importantes pedaços da história comum em vez de jogá-los no lixo. Só assim, os filhos de casais separados não serão crianças do divórcio, sobreviventes de guerra, mas continuarão sendo os filhos do amor que, um dia, uniu os pais”, diz a autora.
     

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    Os Meus, Os Teus, Os Nossos

    Larousse - 1999 - 208 págs.

    Em Os meus, os teus, os nossos Gladis oferece ao leitor um “guia de sobrevivência” em um mundo em que as famílias se tornaram bem mais complexas do que costumavam ser. O que já foi considerado padrão de família – pai, mãe e filhos de um mesmo casamento – hoje em dia dá lugar a novas relações familiares, das quais fazem parte, muitas vezes, padrastos, madrastas, enteados, meio-irmãos, avós postiços e pais ou mães homossexuais. 
     
    No livro, Gladis Brun parte da história de uma família fictícia, em que o casal se divorcia, para analisar os sentimentos, os personagens e os desafios que cada um encontra para estabelecer novos vínculos. Longe de unir-se ao coro dos nostálgicos que anunciam o fim da família, Gladis enfrenta temas espinhosos do dia-a-dia dos novos grupos familiares, como questões financeiras, rituais e expectativas de amar e ser amado. Ela mostra que, apesar da complexidade dos novos relacionamentos, é possível vivê-los em harmonia.
     
     
     


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