terça-feira 17 de outubro




Sérgio Rodrigues

Sérgio Rodrigues
 
Sérgio Rodrigues nasceu em Muriaé, Minas Gerais, em 1962. Desde 1979, mora no Rio de Janeiro, cidade onde construiu sua carreira como jornalista e escritor. Sérgio trabalhou nos principais veículos de comunicação do país. Foi correspondente do Jornal do Brasil em Londres, repórter da Folha de São Paulo, editor da revista Veja Rio e do Segundo Caderno, do jornal O Globo, editor-executivo da equipe que criou o jornal esportivo Lance!, chefe de redação da TV Globo, e editor e colunista do site NoMínimo. É autor do blog TodoProsa www.todoprosa.com.br sobre literatura, e estreou como escritor em 2000, com O homem que matou o escritor, livro de narrativas curtas.
 
O homem que matou o escritor reúne contos em torno de um tema provocante: por que o ser humano não perde a mania de escrever? Sérgio cruza “alta” e “baixa” literatura, romance policial e indagação metalingüística, sem perder o pulso. 
 
“Sérgio Rodrigues completou seu aprendizado antes de entrar em campo. Já não deve mais nada a ninguém”
Resenha do livro, publicada na revista Veja.
 
As sementes de Flowerville (2006) é o primeiro romance de Sérgio Rodrigues. Flowerville é um condomínio de classe média alta, seguro e artificial. Nesse cenário, com humor inteligente e ironia implacável, o autor satiriza os valores da sociedade contemporânea e conduz o leitor por um universo impiedoso. Elza, a garota, segundo romance do autor, mistura pesquisa e ficção para contar a história do assassinato da jovem Elza Fernandes, em 1936, por ordem do Partido Comunista, sob suspeita de ter delatado companheiros. Segundo Zuenir Ventura, é “um livro com muita imaginação, que mistura reportagem investigativa, suspense e espionagem. Mas nada disso teria valor se o autor não empregasse uma técnica narrativa irresistível e se não escrevesse tão bem”. Além de romances e contos, Sérgio tem publicados livros de crônicas e de humor. Veja abaixo a lista completa de títulos do autor.
 
 

Site do autor: www.srodrigues.com.br
 
No vídeo abaixo, o escritor Sérgio Rodrigues conta sobre sua história com a literatura e compara as diferentes formas de se expressar no jornalismo e na literatura. Ele também comenta sobre a importância da leitura para se tornar um escritor completo e quebrar barreiras.
 
 
 

 
OBRAS
 
Romances & Novelas
As sementes de Flowerville (136 págs.) – 2006, Objetiva
Elza, a garota (240 págs.) - 2009, Nova Fronteira
O Drible (218 págs.) – 2013, Companhia das Letras
2006 - As sementes de flowerville2009 - Elza, a garotaO Drible  2013
 
 

Contos & crônicas

O homem que matou o escritor (125 págs.) – 2000, Objetiva
What língua is esta? (188 págs.) – 2005, Ediouro
Sobrescritos, 40 histórias de escritores, excretores e outros insensatos (152 págs.) – 2010, Arquipélago Editorial
2000 - O homem que matou o escritor2005 - What língua is esta?2010 - Sobrescritos, 40 histórias de escritores, excretores e outros insensatos
 
 
Não Ficção
Manual do Mané / co-autores: Gustavo Poli e Sérgio Rodrigues (124 págs.) – 2003, Planeta
Vivia a Língua Brasileira! (384 págs.)  - 2016, Companhia das Letras
2003 - Manual do mané2016 - Viva a língua Brasileira!
 

Edições Estrangeiras

Dinamarca: O Drible - (no prelo), Anton & Ludwig
Espanha: El Resgate / O Drible / trad. Juan Pablo Villalobos - (2014), Anagrama
Estados Unidos - Elza, The Girl / Elza, a Garota / trad. Zoë Perry - 2014, Amazon Crossing
França: Dribble / O Drible – 2015, Éditions du Seui
Portugal: What língua is esta? - 2009, direitos revertidos
Portugal: Elza, A Garota - 2010, direitos revertidos
Portugal: O Drible – 2015, Companhia das Letras
2014 El resgate2014 Elza - The Girl2015 O drible2009 - What língua is esta? - Portugal2010 - Elza, a garota - Portugal2010 - O drible - Portugal
 
 
Prêmios
Portugal Telecom de Literatura – Categorias Romance e Grande Prêmio, 2014 – por O Drible
 
 
 

Obras em Destaque

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    Elza, a garota

    Nova Fronteira - 2009 - 240 págs.

    Molina é um jornalista que, aos 43 anos, toma a decisão de se dedicar exclusivamente a ser escritor. Na busca por uma história que valha a pena ser contada, ele conhece Xerxes, que lhe narra sua paixão por uma menina chamada Elza, em meio à Intentona Comunista, quando Luís Carlos Prestes quis tomar o poder e foi derrotado. A história de amor, no entanto, jamais foi consumada: Elza foi assassinada por seus companheiros do Partido Comunista. O corpo foi encontrado em 1940, enterrado no quintal de uma casa de subúrbio, na capital fluminense. O partido a estrangulou sem convicção?
     
    Sérgio Rodrigues mistura literatura e reportagem para criar um romance original e envolvente. O livro tem pontos de contato com Soldados de Salamina, ótimo romance de Javier Cercas sobre a Guerra Civil Espanhola. “Este livro me ajudou principalmente a ter coragem de misturar pesquisa e ficção com mais ousadia do que se costuma ter num romance histórico convencional”, diz o autor.
     
     “Um livro indispensável”
    Zuenir Ventura
     
    “Numa abordagem ficcional, o jornalista recupera detalhes obscuros de um dos principais momentos da história política do país”
    Jornal do Brasil
     
     
     

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    As sementes de Flowerville

    Objetiva - 2006 - 136 págs.

    'Flowerville é um megacondomínio de classe média alta, caro, seguro e artificial'. É neste cenário esquisito, situado num bairro 'pós-urbano' de um futuro que parece já ter chegado, que se passa o romance As sementes de Flowerville. Personagens sem caráter, imorais ou amorais fazem parte desta história, que tem como pano de fundo uma ácida crítica ao modo de vida das sociedades contemporâneas. 
     
    Misturando elementos como grotescas fantasias sexuais e experiências científicas de risco nos porões esquecidos da ditadura militar, Sérgio conduz o leitor por um universo repugnante e assustador, porém familiar.
     
    Há momentos de ficção científica, de policial, de luta de classes, de suspense, de drama romântico. Todos bem espalhados em um livro curto e intenso. Não há um protagonista. “Os cenários são praticamente personagens. Em alguns momentos, mais ricos que os personagens em si (...). Meu interesse era fazer uma coisa bastante visual e veloz”, explica o autor.
     
    “É de mais livros assim que o Brasil precisa: livros de entretenimento de qualidade criados por artistas talentosos”
    O Estado de S. Paulo
     
    “O leitor verá a assinatura de um escritor com longa trajetória à frente, seja como for o futuro”
    Correio Braziliense

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    O homem que matou o escritor

    Objetiva - 2000 - 125 págs.

    Se todas as histórias do mundo já foram escritas, é hora de matar o escritor - e escrevê-las todas outra vez. Assim o narrador dessas ficções letais recomeça o jogo, enlaçando contos como tramas policiais. Conduzindo personagens para abismos urbanos, recriando-os com emoção precisa, envolvendo todos pela morte - ou pela literatura, já que não parece existir salvação fora dela. O Homem que matou o escritor é história policial, e também reflexão sobre a linguagem. É drama, comédia e farsa. O narrador brilha em todo o livro, textos conversam com textos, a metalinguagem é uma arma e um exercício - mas nada resvala para o universo do gratuito ou do hermético.
     
    “Preso à poltrona, o leitor de Sérgio Rodrigues tem mais é que se deixar viajar, com a mente e os olhos bem acesos, pela vertigem abissal”
    Italo Moriconi, O Globo
     
     “Em suas intrigantes e admiráveis ficções de risco, Sérgio Rodrigues é um dos novos autores que dão a partida para uma literatura brasileira do século 21”
    Sérgio Sant'Anna
     


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