segunda-feira 23 de outubro




Tony Bellotto

Tony Bellotto
 
Tony Bellotto nasceu em São Paulo, em 1960. Guitarrista e compositor dos Titãs, uma das mais importantes bandas da história do rock brasileiro, Tony estreou na literatura em 1995, com o romance policial Bellini e a esfinge. Desde 1999, Tony apresenta o programa Afinando a língua, no Canal Futura, que parte da literatura e da música para falar sobre a língua portuguesa e as formas de expressão.
 
Protagonista de alguns livros de Tony Bellotto, Remo Bellini é um detetive cativante e mal-humorado, sempre envolvido em casos instigantes. Não faz o tipo durão, é cético, um pouco depressivo e só ouve blues. Bellini já esteve nas telas de cinema, interpretado por Fábio Assunção e dirigido por Roberto Santucci Filho, no filme Bellini e a esfinge, baseado no primeiro livro do autor.
 
Tramas policiais estão presentes nos livros de Tony Bellotto, mesmo quando Bellini se ausenta. BR 163, lançado em 2001, é um thriller em que as histórias de duas mulheres se cruzam numa rodovia federal. Em Os insones, de 2007, o autor faz a crônica, ambientada no Rio de Janeiro, de uma sociedade permeada pela violência e pela inquietação. Abaixo, a lista completa de livros de Tony Bellotto.
 
“Bellotto tem uma escrita elétrica, sem floreios de estilo, de parágrafos ásperos e fôlego de pugilista. Pertence a uma nova geração de ficcionistas preocupada, antes de tudo, com o prazer da leitura”, 
José Castello, IstoÉ
 
“Seus protagonistas convencem também porque são densos, bem elaborados, o que os tornam próximos do público”
Gazeta Mercantil
 
 
 
 
 
OBRAS
 
Romances
Bellini e a esfinge (232 págs.) - 1995, Companhia das Letras 
Bellini e o demônio (264 págs.) - 1997, Companhia das Letras
Bellini e os espíritos (264 págs.) - 2005, Companhia das Letras
No Buraco (250 págs.) - 2010, Companhia das Letras
Machu Picchu (114 págs.) - 2013, Companhia das Letras
Bellini e o labirinto (278 págs.) - 2014, Companhia das Letras
1995 - Bellini e a esfinge1997 - Bellini e  o demôminio2005 - Bellini e os espíritos2010 - No buraco2013-Machu-Picchu2014- Bellini e o labirinto
 
 
Contos & Crônicas
BR 163 (216 págs.) - 2001, Companhia das Letras
Os insones (240 págs.) - 2007, Companhia das Letras
2001 - BR 1632007 - Os insones
 
 
Infanto-Juvenil (não ficção)
O livro do guitarrista (80 págs.) - 2001, Companhia das Letras
2001 - O livro do guitarrista
 
 
Edições Estrangeiras
Espanha – Bellini  e a Esfinge - (no prelo), Maresia Libros
Espanha - Bellini e o Demônio - (no prelo), Maresia Libros
França – Bellini et le Démon - 2007, Acts Sud
Itália – Bellini E Gli Spiriti - 2009, Cavallo di Ferro (direitos revertidos)
Portugal – Um Caso de Espíritos - 2008, Bertrand Editora (direitos revertidos)
Portugal – Um Caso com o Demónio - 2009, Quetzal
Portugal – No Buraco – 2011, Quetzal
Portugal – Machu Picchu - 2014, Individual
USA – Bellini  e a Esfinge - (no prelo), Akashic
2007 - Bellini et le demón - frança2009 - Bellini e gil spiriti - Itália2008 - Um caso de espíritos - Portugal2009 - Um caso com o demônio - Portugal2011 - No buraco - Portugal2014 - Macchu Picchu - Portugal
 
 

Obras em Destaque

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    No Buraco

    Companhia das Letras - 2010 - 250 págs.

    Tony Belloto é roqueiro e escritor. E seu novo livro, No buraco, que sera lançado em outubro de 2010, está na interseção desses dois talentos de Tony: o livro, narrado em primeira pessoa, conta as agruras de Teo Zanquis, roqueiro cinquentão decadente, que teve uma one hit band nos anos 80. Ele fala de sua agitada vida on the road, nos áureos tempos, e de sua recente paixão por uma jovem coreana que conhece em São Paulo, numa loja de discos de uma galeria do centro. Com diálogos impagáveis, No buraco é recheado de humor, sexo, drogas e rock’n roll. Há muitas referências musicais dos anos 80 pra trás, que podem desencadear doses variadas (e agradáveis) de nostalgia.

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    Os Insones

    Companhia das Letras - 2007 - 240 págs.

    Os insones se multiplicam no Rio de Janeiro, onde a violência, além de dominar os morros e ditar regras de comportamento, conquista os corações e mentes dos jovens. Nesta trama, todos estão sujeitos a uma ansiedade brutal, a começar pelo pai apavorado com o sumiço da filha e torturado por dores na coluna, até o jovem sereno que resolve agir na marra, passando por traficantes encurralados, agentes infiltrados e policiais sob tensão constante.
     
    Samora é negro, mora no Leblon e quer mudar o mundo. Sofia é branca, mora em Ipanema e está desaparecida. Seu irmão Felipe coleciona armas escondido dos pais. Mara Maluca é meio mulata, meio índia, mora na favela e é capaz de atrocidades. Chayene pinta as unhas de vermelho e negro e quer ser atriz. São todos muito jovens, inquietos e têm urgência, muita urgência. Para transformar a sociedade, ou ao menos a própria vida.

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    Bellini e os espíritos

    Companhia das Letras - 2005 - 264 págs.

    Um misterioso envelope é deixado sob a porta da Agência Lobo de Detetives. Dentro dele, 5 mil dólares e uma denúncia de assassinato. A vítima é o advogado Arlindo Galvet, morto durante a corrida de São Silvestre, subitamente caído no asfalto, sem causa aparente. 
     
    Dividido entre seu cliente fantasmagórico, aventuras amorosas e confusões envolvendo a máfia chinesa, Bellini tem um árduo trabalho pela frente. Após perseguições pela Liberdade, o bairro oriental de São Paulo, e visitas a um centro espírita, ele começa a admitir que forças de outro mundo podem ajudá-lo a esclarecer esse crime aparentemente insolúvel.
     
     
     

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    BR 163

    Companhia das Letras - 2001 - 216 págs.

    Duas histórias que se passam na estrada BR 163 deixam no leitor um gostoso sentimento contraditório: ele vai querer saber logo o final, mas não vai querer que elas acabem.
     
    Na primeira, A menina tatuada, a protagonista é Lavínia, que ainda bebê foi deixada num orfanato e cresceu querendo conhecer os pais. Virou policial e um dia recebe a missão de prender um contrabandista que fez fortuna vendendo scotch paraguaio y otras cositas más. Ela e Cardoso, outro policial, pegam a estrada atrás do criminoso. Mais do que cumprir um dever profissional, ambos têm assuntos pessoais a tratar com ele.
     
    Na segunda trama está Selene. Ela perdeu a mãe cedo e, quando menstruou pela primeira vez, o pai, estelionatário, entregou-a aos cuidados de uma cafetina. Um dia Selene recebe um pedido do pai: ajudá-lo a fugir da penitenciária. Mas o que ela ganha com isso? Selene está acostumada a se oferecer como caça, mas desta vez o programa vai sair da rota combinada.
     
    Lavínia e Selene não sabem, mas suas histórias vão se cruzar na BR 163.
     
    “Narrativa instigante, longe do convencional”
    Gazeta Mercantil

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    Bellini e o demônio

    Companhia das Letras - 1997 - 264 págs.

    O detetive Remo Bellini continua na ativa. Desta vez, ele está dividido entre dois casos: localizar um manuscrito perdido de Dashiel Hammett, o grande mestre do romance policial, e desvendar o assassinato da bela jovem Sílvia Maldini, encontrada com um tiro na testa no banheiro da escola.
     
    Sempre ao som de blues, Bellini transita entre São Paulo e Rio de Janeiro, entre ricos sem fama e pobres ilustres, entre algumas conquistas e muitos fracassos amorosos. Nesses casos demoníacos – que têm, entre os ingredientes, assassinatos, tráfico de drogas e sexo – nada (nem ninguém) é exatamente o que parece.
     
    “Bellotto escreve muito bem, domina uma técnica ágil e coloquial e é engenhoso ao criar um clima nostálgico com elementos dos anos 40” 
    Folha de São Paulo
     


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