sábado 16 de dezembro




Cristiane Costa

Cristiane Costa
 
CRISTIANE COSTA passou a vida em meio a aspas e referências, como jornalista, crítica literária, editora, pesquisadora e professora universitária. Todo cuidado para ser fiel às declarações e identificar as citações dos outros gerou um surto tardio de cleptomania, cujo resultado é Sujeito oculto.
 
Professora e coordenadora do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é pesquisadora de pós-doutorado do Programa Avançado de Cultura Contemporânea. Foi editora do caderno Ideias, suplemento literário do Jornal do Brasil, do Portal Literal e da revista eletrônica Overmundo, além de repórter da Veja. 
 
Foi curadora de diversos ciclos de debates no Centro Cultural Banco do Brasil, Oi Futuro, Itaú Cultural e Casa do Saber, como “O laboratório do escritor”, “Oi Cabeça”, “Zona Digital” e “Múltiplos e contemporâneos”. Foi editora de não-ficção da editora Nova Fronteira e é consultora de projetos especiais do Grupo Ediouro. Foi uma das criadoras do curso de Publishing Management da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
 
É autora de cinco livros, entre eles Pena de aluguel: escritores jornalistas no Brasil, lançado pela Companhia das Letras e premiado com a Bolsa Vitae de Literatura. Em 2010, o projeto Sujeito oculto recebeu a Bolsa Petrobras de Criação Literária. Publicou ainda Eu compro essa mulher (Jorge Zahar Editor), Coisas que eu diria a minha filha ... se ela topasse ouvir (Planeta e Oficina do Livro/Portugal) e Amor sem beijo (Global). 
 
Nenhum de seus livros até hoje foi acusado de plágio. 
 
 
Sobre Amor Sem Beijo 
''A escritora (...) não botou no mercado mais um enredo água-com-açúcar (...) Sem fazer concessões, principalmente em relação à linguagem, Cristiane contou uma história sem final feliz – ‘Até porque não dá para ser feliz para sempre aos 14 anos’, lembra ela – mostrando que os sentimentos sobre o amor e a vida podem ser profundos desde a juventude.''
Mànya Millen, O Globo
 
''Eu Compro Essa Mulher toca em aspectos distintos da relação novela e literatura, mulher e comportamento, emissora e alta tecnologia, publicidade e consumo.”
Hélio Daniel Cordeiro, O Estado de São Paulo
 
 
 
OBRAS
 
Não Ficção: Ensaios,História,Biografias
Eu Compro Essa Mulher – 2000, Zahar
Pena de Aluguel – Escritores jornalistas no Brasil - 1904 -2004 – 2005, Companhia das Letra
Sujeito oculto – 2014, Aeroplano – 156 págs
2000 - Eu compro essa mulher2005 - Pena de aluguel2014 - sujeito oculto
 
 
Infantil & Juvenil
Coisas que Eu Diria A Minha Filha... Se Ela Topasse Ouvir (il. Bianca Viani) – 2003, Planet
Amor Sem Beijo (il. Luiz Monforte) – 1997, 2009 Global - 61 págs.
2003 - Coisas que eu diria a minha filha... se ela topasse ouvir2009 - Amor sem beijo
 
 
Edições Estrangeiras
Portugal - Coisas que Eu Diria A Minha Filha... Se Ela Topasse Ouvir - 2006, Oficina do Livro
2006 - Coisas que eu diria a minha filha - Portugal
 
 

Obras em Destaque

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    Sujeito oculto

    Aeroplano - 2014 - 156 págs.

    Plágio. Remix. Apropriação. Qualquer que seja a palavra usada, o tema subjacente a este romance premiado com a Bolsa Petrobras de literatura é roubo. Com todas as letras. Construído a partir de um corta e cola de palavras e frases subtraídas de outros livros, num processo de montagem explicitado pelo ousado projeto gráfico, Sujeito Oculto cria um jogo de espelhos infinitamente recuado em que o narrador nunca é quem parece ser. 
     
    Quem seria o autor deste romance, senão mais um personagem, que apenas não sabe que está participando do jogo literário? Tecido a partir de citações, frases feitas e ideias de segunda mão, Sujeito Oculto embaralha deliberadamente conceitos como autenticidade e originalidade, mesclando gêneros como ficção, biografia e crítica literária. 
     
    E levanta a questão: é possível ser, ao mesmo tempo, original e cópia? A resposta a essa e outras perguntas pode estar nas margens dos livros de uma aspirante a escritora que morre pouco tempo depois de ter feito uma seguro de vida. Nos depoimentos de um homem que descobre por meio de frases soltas e sublinhadas a vida secreta da mulher que perdeu para sempre. Ou ainda na reação da jovem esposa que relê estes mesmos livros com outros olhos, dez anos depois. Nos rastros deixados por uma autora premiada que não se importa de ser vista como falsificadora, porque assim encobriria a verdadeira natureza de seu romance. Ou ainda no posfácio de um crítico que tenta guiar o leitor em meio a um labirinto de referências literárias e espelhamentos que encobrem um drama familiar de forte carga emocional.

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    Amor Sem Beijo

    Global - 209 - 61 págs.

    ilustração: Luiz Monforte


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