sábado 16 de dezembro




Eliane Brum

Eliane Brum
Gaúcha de Ijuí, nascida em 1966, Eliane Brum é jornalista, escritora e documentarista. Iniciou a carreira jornalística no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, onde trabalhou por 11 anos, e foi repórter especial da revista Época, em São Paulo, por 10 anos. Como jornalista, Eliane ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem, como Esso, Vladimir Herzog, Ayrton Senna, Rei de Espanha, Sociedade Interamericana de Imprensa e Troféu Especial de Imprensa ONU. Como escritora, publicou o romance Uma Duas (LeYa, 2011) e cinco livros de não ficção: Coluna Prestes - O avesso da lenda (Artes e Ofícios, 1994, Prêmio Açorianos de autora-revelação), A vida que ninguém vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007), O olho da rua (Globo, 2008), A menina quebrada (Arquipélago, Prêmio Açorianos de melhor livro do ano, 2013) e Meus desacontecimentos (LeYa, 2014). Como documentarista, co-dirigiu o premiado Uma história severina (Imagens Livres, 2005) e Gretchen filme estrada (Mixer, 2010). Desde 2010, atua como jornalista freelance e dedica-se a livros e documentários. É colunista do portal global El País e vive em São Paulo.


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Obras
 
Contos & Crônicas
A vida que ninguém vê (208 págs.), 2006, Arquipélago
A menina quebrada (432 págs.), 2013, Arquipélago
O olho da rua (376 págs.), 2008, 2017, Arquipélago
2015 A menina quebrada2017 - O olho da rua
 
Romances
Uma duas (176 pags), 2011, Leya
2015 Uma duas
 
Não Ficção: Ensaios, História, Biografias
Meus desacontecimentos (144 págs) - 2014, (nova edição no prelo), Arquipélago
Família Pankinha - (no prelo), Companhia das Letras
Coluna Prestes - (no prelo), Companhia das Letras
 

 
Prêmios
Prêmio Açorianos de autora-revelação, 1994, O avesso da lenda
Prêmio Jabuti, 2007, A vida que ninguém vê
 

Obras em Destaque

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    Meus Desacontecimentos

    Leya - 2014 - 144 págs.

     

    A premiada jornalista Eliane Brum revela suas mais profundas memórias de infância De quantos nascimentos e mortes se constitui uma vida?De quantos partos uma pessoa precisa para nascer? Com quantas palavras se faz um corpo? A menina que flertava com a morte conta como foi salva pela palavra escrita. Em cada página, personagens fantasticamente reais incorporam-se: a irmã morta, que era a mais viva entre todos; a avó, comedida em tudo, menos na imaginação; a família que precisou de uma perna fantasma para andar no novo mundo; as tias que viravam flores para não murchar. Como repórter e escritora, Eliane sempre questionou a forma como cada um inventa uma vida e cria sentido para seus dias. Em Meus desacontecimentos, conta como ela mesma se arrancou do silêncio para virar narrativa. Neste itinerário de dentro para dentro, a autora percorre-se com delicadeza, mas sem pudor. Oferece-se ao leitor nua. Quase em sacrifício.


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