Genêro do Autor: História e Reportagem

Filipe Vilicic

12 de abril de 2020

Sobre o autor

Jornalista e escritor, o paulistano Filipe Vilicic é autor de quatro livros de não ficção, sendo os dois últimos, de grande repercussão, voltados para a análise sobre o impacto das novas mídias na forma como a sociedade consome notícias. Com passagens por Playboy, Veja São Paulo e O Estado de S. Paulo, Vilicic foi editor, repórter e colunista da revista Veja, onde assinava também o blog A Origem dos Bytes. Bastante atuante nas redes sociais, mantém perfis no Twitter, no Facebook, no Instagram, no Linkedin e no YouTube, além do blog pessoal Balada do Fi.

Publicado pela Intrínseca em 2015, O clique de 1 bilhão de dólares reconstitui a história do Instagram, cocriado pelo brasileiro Michel “Mike” Krieger. A obra rendeu matérias em diversos veículos de imprensa e chegou a listas de mais vendidos em não ficção.

Em seu livro mais recente, O clube dos Youtubers (Editora Gutenberg), lançado na Bienal do Livro de 2019, o autor investiga com olhar crítico os bastidores da vida dos influenciadores digitais. Fruto de um trabalho de apuração de quase cinco anos, Vilicic revela como os youtubers tornaram-se imensamente populares e, hoje, são fundamentais para qualquer estratégia de comunicação. A obra foi tema de reportagens e entrevistas em diversos veículos de imprensa e abordada em variados canais do YouTube.

 


Citações

“’O clique de 1 bilhão de dólares’ é uma boa janela para os nomes e as grandes sagas que se desenrolam no Vale do Silício. Um campo de competição feroz, de gênios megalomaníacos, de transformações sociais e de cifras inacreditáveis, no qual o triunfo retumbante e o fracasso mais aterrador estão a um clique de distância.”
Revista Veja, sobre “O clique de 1 bilhão de dólares” (Gutenberg)

 “O autor descreve o competitivo universo das mentes mais inovadoras do mercado tecnológico.”
Revista Rolling Stone, sobre “O clique de 1 bilhão de dólares” (Gutenberg)

“Em suas 240 páginas de leitura ligeira, o livro mergulha no establishment casual criado pelo YouTube. Centenas de nomes mudaram de vida ou ao menos alavancaram a carreira graças à plataforma de vídeos.”
Revista Veja sobre “O clube dos Youtubers” (Intrínseca)

 


Leia mais

Matéria da Revista Veja sobre “O clube dos Youtubers” (Intrínseca)

Entrevista de Filipe Vilicic para o Metrópolis/TV Cultura sobre “O clube dos Youtubers” (Intrínseca)

Matéria do Portal IG/Gente sobre “O clube dos Youtubers” (Intrínseca)

Matéria da Revista Galileu sobre “O clique de 1 bilhão de dólares” (Gutenberg)

Coluna do autor na Veja

Blog pessoal

 

Zuenir Ventura

12 de janeiro de 2020

Sobre o autor

Zuenir Ventura, ou Mestre Zu como se tornou afetuosamente conhecido, nasceu em Além Paraíba, no interior de Minas Gerais, em 1931. Aos 11 anos, mudou-se com a família para Nova Friburgo e começou a trabalhar com o pai, como pintor. Em 1954, já no Rio de Janeiro, cursou a faculdade de Letras e deu início a sua extraordinária e premiada carreira de jornalista. Foi repórter, editor e chefe de redação de veículos de imprensa, como as revistas Visão, IstoÉ e Veja, o Jornal do Brasil e o site No mínimo. Foi também, por quatro décadas, professor universitário e, há muitos anos, é colunista de O Globo. Em outubro de 2014, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Ariano Suassuna.

A estreia como escritor foi em 1988, com 1968 – o ano que não terminou (Objetiva), livro que logo se tornou um best-seller e uma referência sobre um dos períodos mais turbulentos da história recente. Escreveu também uma série de livros-reportagem, crônicas e a ficção Inveja – mal secreto (Objetiva), em que disseca os paradoxos desse sentimento inconfessável. Em 2008, lançou 1968 – o que fizemos de nós (Objetiva), um estudo da “geração ecstasy” e um balanço do que aquele ano emblemático significaria para os jovens de então.

Depois de passar dez meses imerso na realidade de Vigário Geral, no Rio de Janeiro, convivendo com o outro lado da cidade, Zuenir publicou outro clássico do livro-reportagem no Brasil. Cidade partida (Companhia das Letras, 1994) é um relato emocionado sobre onde a vida não vale nada e a violência é a linguagem do cotidiano. Mais tarde, lançou Chico Mendes: Crime e castigo (Companhia das Letras, 2003), que reúne suas três reportagens premiadas sobre a vida e a morte do maior líder sindical e ambientalista da Amazônia.

Sagrada família (Alfaguara, 2012), seu romance mais recente, entrelaça memória e ficção para compor uma narrativa lírica sobre os amores que resistem ao tempo e a perda da inocência, e foi classificado por Roberto Feith, seu então editor, como uma espécie de “Amarcord brasileiro”.

 


 

Citações

“Além de ser uma peça de excelente jornalismo, de texto brilhante, o livro presta relevante serviço à revitalização da consciência democrática.”
Leandro Konder, filósofo, sobre 1968 – o ano que não terminou (Objetiva)

“Aprendemos com a sua acuidade de repórter e com a sua sensibilidade de homem engajado e solidário”,
Luis Fernando Verissimo, escritor e colunista, sobre Zuenir Ventura

“O livro, que levou dois anos para ser completado, resultou numa obra surpreendente, que investiga os limites entre realidade e ficção.”
Folha de S. Paulo, sobre Inveja – Mal secreto (Objetiva)

“Em vez de uma pomposa autobiografia, ou um livro de ensinamentos para novos jornalistas, Ventura, 73, preferiu escrever 29 relatos sobre situações que viveu e que, na maioria dos casos, foram também importantes para os rumos do Brasil e até do mundo.”
Folha de S. Paulo, sobre Minhas histórias dos outros (No prelo, Objetiva)

“Quem leu ‘1968 – O ano que não terminou’ e ‘Chico Mendes – Crime e castigo’ vai se surpreender com o estilo de Zuenir Ventura, 81 anos, ao avançar as páginas do novo ‘Sagrada família’. Isso porque o metódico trabalho de reportagem que rendeu sucesso àquelas duas obras consagradas do jornalismo, neste livro cede devido espaço à maturidade literária do escritor.”
Agora S. Paulo, sobre Sagrada família (Alfaguara)

 


 

Leia mais

Entrevista de Zuenir Ventura para O Globo sobre Sagrada família (Alfaguara)