Genêro do Autor: Referência

Fernanda Veríssimo

5 de dezembro de 2019

Sobre a autora

Jornalista e tradutora, Fernanda Verissimo nasceu em Porto Alegre, cidade onde ainda reside. Graduada em Jornalismo e Comunicação Social pela PUC-RS, possui Mestrado em Bibliography and Textual Studies – University of Leeds, especialização em Políticas Culturais pela Université Sorbonne Nouvelle e em Histoire Moderne et Contemporaine – Université Paris-Sorbonne (2002), além de Doutorado em Histoire Moderne et Contemporaine – Université Paris-Sorbonne.

Traduziu, entre outros livros, Debates feministas – Seyla Benhabib, Judith Butler e Drucilla Cornell, organizou e traduziu pela Unesp A história de Nicolas I e participou também do processo de seleção entre as mais de duas mil tiras de humor gráfico para o livro As cobras (Objetiva), a partir dos desenhos de Luis Fernando Verissimo.

 


 

Leia mais

Matéria da Folha de S. Paulo sobre A história de Nicolas I (Unesp)

 

Sérgio Rodrigues

24 de novembro de 2018

Sobre o autor

Sérgio Rodrigues nasceu em Muriaé, Minas Gerais, em 1962, e vive no Rio de Janeiro desde 1980. Ficcionista, jornalista, roteirista e crítico literário, é autor do premiado romance O drible (Companhia das Letras, 2013), Elza, a garota (publicado em 2009 pela Nova Fronteira e reeditado pela Companhia das Letras em 2018) e de As sementes de Flowerville (Objetiva, 2006), seu romance de estreia. Escreveu também de coletâneas de contos – sendo A visita de João Gilberto aos Novos Baianos (Companhia das Letras, 2019) seu livro mais recente – e é autor de obras de não ficção, como Viva a língua brasileira! e Cartas brasileiras, ambos pela Companhia das Letras.

O drible foi editado em espanhol, francês e dinamarquês e saiu em setembro de 2015 em Portugal. Na França, o burburinho em torno do livro rendeu ao autor um convite do jornal Le Monde para escrever um folhetim ambientado no mundo do futebol. Os 24 capítulos que integram a obra foram publicados diariamente no jornal durante a Copa de 2014 com o título de Jules Rimet, meu amor. Sérgio tem contos publicados também nos EUA, Inglaterra, França e Espanha.

Como jornalista, é colunista da Folha de S. Paulo e roteirista do programa de TV Conversa com Bial. Trabalhou como repórter, editor e colunista na maioria dos principais veículos da imprensa brasileira, como Jornal do Brasil, O Globo, O Estado de S. Paulo e TV Globo. Foi correspondente do JB em Londres e, antes de se especializar no jornalismo cultural, atuou por muitos anos como jornalista esportivo. Na extinta revista eletrônica NoMínimo, da qual foi editor-executivo, criou o blog Todoprosa, referência na web literária brasileira, que atualizou até 2016. Por cinco anos, a partir de junho de 2010, manteve no portal Veja.com a coluna diária Sobre Palavras, de grande audiência.

 


 

Citações

“O livro não é sobre futebol, mas, de uma maneira inédita na literatura brasileira, o futebol é personagem. Quem diria que nos dois segundos que levou o Pelé para dar aquele drible no Mazurkiewicz cabia uma vida – e um romance? Grande atuação do Sérgio Rodrigues”.
Luis Fernando Verissimo, escritor, sobre O drible (Companhia das Letras)

 “O homem é um craque em domínio de bola, em dribles sensacionais, em tática e técnica, mestre na estratégia de García Márquez — levar o leitor ao próximo parágrafo eletrizado e hipnotizado pelo ritmo das palavras.”
Nelson Motta, sobre A visita de João Gilberto aos Novos Baianos (Companhia das Letras), em O Globo

“Assinado pelo premiado autor de ‘O Drible’ e ‘Viva a Língua Brasileira!’, Sérgio Rodrigues chega provocando: pela garantia da escrita afiada, pelo humor, pela ousadia de unir formas “velhas” a modo novo e por incluir histórias de fragmentos tipo tuítes.”
Valor Econômico, sobre A visita de João Gilberto aos Novos Baianos (Companhia das Letras)

“Sérgio Rodrigues, em seu magnífico livro ‘Viva a língua brasileira!’, recém-lançado, discute esse e outros problemas envolvendo nossa atual maneira de falar e escrever – erros que estão virando ‘acertos’ pelo poder da mídia, acertos que estão sendo transformados em erros pela atuação das patrulhas e os modismos sem causa que, de repente, contaminam até os mais conscientes.”
Ruy Castro, jornalista, sobre Viva a língua brasileira,! (Companhia das Letras), na Folha de S. Paulo

 


 

Leia mais

Matéria da Folha de S. Paulo sobre A visita de João Gilberto aos Novos Baianos (Companhia das Letras)