Genêro do Autor: Saúde e Esporte

Teté Ribeiro

24 de novembro de 2018

Sobre a autora

Filha do jornalista José Hamilton Ribeiro, Teté Ribeiro nasceu em 1970, em São Paulo, onde mora com o marido, o também jornalista Sérgio D’ávila, e suas duas filhas, Rita e Cecilia. Formada em Filosofia pela USP, é editora da Revista Serafina da Folha de S. Paulo e foi correspondente do jornal em Los Angeles, já tendo entrevistado grandes nomes do cinema, do teatro e da literatura, entre eles Woody Allen, George Clooney e David Lynch.

Participou também do programa de TV Saia Justa, do GNT, ao lado de Mônica Waldvogel, Camila Morgado, Du Moscovis e Xico Sá. É autora de quatro livros de não ficção, entre eles Minhas duas meninas (Companhia das Letras, 2016), Divas abandonadas (Jaboticaba, 2007) e A Nova York de Sex and the city (ARX, 2008).

 


 

Citações

“O relato da inusitada trajetória de Teté rumo à maternidade, os dilemas de ser mãe sem dar à luz, sua relação com a dona da barriga indiana e o périplo para cuidar das gêmeas no dia a dia estão descritos, com riqueza de detalhes e emoção, no livro Minhas duas meninas.”
O Globo, sobre Minhas duas meninas (Companhia das Letras)

“’Minhas duas meninas’ merece atenção. (…) É raro ver um autor tão consciente do próprio relato, de como ele soa e do efeito que provoca — o que não é apenas uma questão estética. Impressiona, por exemplo, o domínio da jornalista sobre aquilo que entrega e aquilo que deixa de fora. E sobre o tom sóbrio que, contrariando todas as probabilidades, nunca se altera.”
Camila von Holdefer, crítica literária, sobre Minhas duas meninas (Companhia das Letras), na Folha de S. Paulo

 


 

Leia mais

Entrevista de Teté Ribeiro para o Programa do Jô sobre Minhas duas meninas (Companhia das Letras)

Entrevista de Teté Ribeiro para a Revista Marie Claire sobre Minhas duas meninas (Companhia das Letras)

Entrevista de Teté Ribeiro para a revista Claudia sobre Minhas duas meninas (Companhia das Letras)

Roberto DaMatta

23 de novembro de 2018

Sobre o autor

Roberto DaMatta nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1936. É bacharel em História, especializado em Antropologia Social, Mestre e Doutor pela Universidade de Harvard. Lecionou no Museu Nacional da UFRJ e também na UFF, onde dirigiu o Programa de Pós-graduação em Antropologia Social e é professor titular de Antropologia Social da PUC-Rio e professor emérito da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Em 2001, recebeu a Ordem do Mérito do Rio Branco no grau Comendador.

Escreveu quase duas dezenas de livros de não ficção e ensaios, em que se dedica, sobretudo, à análise e interpretação da sociedade brasileira. Atualmente, integra o quadro de colunistas de O Globo e do Estadão. O escritor e antropólogo revela em seus textos ângulos insuspeitos da vida social, sendo capaz de transpor a linguagem da cultura popular para o pensamento sistematizado, e trafega com notável desembaraço entre o mundo acadêmico e a escrita coloquial.

Ao lançar o clássico Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro (Rocco, 1979), trouxe uma contribuição inovadora e definitiva para o entendimento do Brasil. Pela primeira vez, um antropólogo procurava entender a sociedade brasileira e suas desigualdades por meio da análise do carnaval e de outras festividades.

Já em O que faz o Brasil, Brasil? (Rocco, 1984), DaMatta examinou as manifestações culturais do país – carnavalescas, religiosas, alimentares, futebolísticas, comportamentais (o “jeitinho brasileiro”) – e demonstrou que através delas uma sociedade se expressa e pensa sobre si mesma. Escrito durante as quase duas décadas que viveu nos Estados Unidos, Toquevilleanas: notícias da América (Rocco, 2005) apresentou uma visão crítica dos Estados Unidos, numa coletânea de ensaios e memórias. Em sua obra, DaMatta ilumina a realidade brasileira, fustigando a acomodação do pensamento para gerar a reflexão.

 


 

Citações

“Hoje conhecemos o Brasil mais profundamente do que ontem, graças ao esplêndido ‘Carnavais, malandros e heróis’, do antropólogo Roberto da Matta. Na torrente de ideias, intuições, discussões conceituais e análises extremamente surpreendentes de coisas que vivem despercebidas sob nossos narizes, da Matta mostra que as ciências sociais podem ser inteligíveis, pertinentes e reveladoras, sem a esterilidade de textos onde a preocupação com o rigor científico e metodológico esconde, muitas vezes, a pobreza de ideias dos autores.”
Simon Schwartzman, sociólogo, membro titular da Academia Brasileira de Ciências, sobre Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro (Rocco, 1979)

“‘Carnavais, malandros e heróis’, que abriu passagem para uma nova interpretação do Brasil e dos brasileiros, faz quarenta anos e nos ensina porque, apesar das tragédias, não é possível deixar de existir a festa que antecede a quarta-feira de cinzas, quando tudo volta a ser cotidiano, dia-a-dia, estrutura. Pierrôs, colombinas, esqueletos, monstros e máscaras metafóricas existem para reafirmar a nossa existência como sociedade de alma própria.”
Portal G1, sobre Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro (Rocco, 1979)

“O que faz o Brasil, Brasil? Em busca da resposta para essa ambiciosa pergunta, o antropólogo Roberto DaMatta publicou, em 1979, um livro cujo destino, como se comprova hoje, era alinhar-se em uma das prateleiras mais altas da estante das interpretações do país: ‘Carnavais, malandros e heróis – Para uma sociologia do dilema brasileiro’.”
Estadão, sobre Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro (Rocco, 1979)

 


 

Leia mais

Entrevista de Roberto DaMatta para a Exame on line (Blog Instituto Millenium)

Entrevista de Roberto DaMatta para o Canal Um Brasil