Genêro do Autor: Romance

Leonardo Villa-Forte

2 de setembro de 2020

Sobre o autor

Nascido no Rio de Janeiro em 1985, Leonardo Villa-Forte é graduado em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade e doutor em Letras pela PUC-RJ. Multifacetado, atua como escritor, artista, editor, tradutor, revisor, roteirista e professor e já colaborou com artigos para diversas revistas, como serrote, Pessoa, Palavra e Blog do IMS.

Seu mais recente livro, Escrever sem escrever: literatura e apropriação no século XXI (Relicário Edições/Editora PUC-Rio), de 2019, figurou com destaque em diversos jornais e revistas brasileiros e teve trechos traduzidos em publicações estrangeiras. A obra foi também listada entre os melhores lançamentos do ano de 2019 pela Quatro cinco um e pelo Suplemento Pernambuco, além de ter recebido Menção Honrosa do prêmio cubano Casa de Las Américas 2020, na categoria Literatura Brasileira de Na?o Ficc?a?o.

Antes, Villa-Forte já havia publicado pela Editora Oito e Meio o romance O princípio de ver histórias em todo lugar e livro de contos O explicador. O autor investiga também o campo da escrita expandida, a exemplo das montagens do Paginário, série de intervenções urbanas com passagens por Brasil, Portugal e Espanha entre 2013 e 2019, e do blog MixLit – O DJ da Literatura, que alavancou a discussão no país sobre o remix literário. Atualmente, desenvolve novos projetos: um ensaio e uma narrativa longa.

 


Citações

“As reflexões de Villa-Forte sobre a reconfiguração contemporânea da escrita são atuais, pertinentes e provocativas para tempos de ‘olhos e dedos nervosos’:  ideias que estimulam o pensamento próprio. E funcionam como ‘uma lente para mirar o século 21 a partir do que lhe é característico: seus excessos, constrições, permissões e potências’.”
O Estado de Minas sobre Escrever sem escrever: literatura e apropriação no século XXI (Relicário Edições/Editora PUC-Rio)

“Todas as nossas relações são inautênticas e por isso não é mais possível procurar a verdade do mundo por meio do realismo lírico. É essa a tese defendida por Zadie Smith em ensaio sobre os possíveis rumos do romance contemporâneo. Parece ser nessa linha que se insere o primeiro romance de Leonardo Villa-Forte.”
Folha de S. Paulo sobre O princípio de ver histórias em todo lugar (Oito e Meio)

“‘O Princípio de ver histórias em todo lugar’ bem podia ser o romance do ano (…) Assim, cuidem-se. Tudo aqui é movediço e instável. Eo leitor desse carioca de trinta anos, portador de pacatos olhos azuis (estava na hora de Chico Buarque passar essa tocha), tem de ser, antes de tudo, um forte.”
Alfredo Monte, crítico literário, sobre O princípio de ver histórias em todo lugar (Oito e Meio)

 


Leia mais

Entrevista de Leonardo Villa-Forte para o Estadão sobre Escrever sem escrever: literatura e apropriação no século XXI (Relicário Edições/Editora PUC-Rio)

Entrevista de Leonardo Villa-Forte para o Canal Curta sobre Escrever sem escrever: literatura e apropriação no século XXI (Relicário Edições/Editora PUC-Rio)

 

Nara Vidal

12 de abril de 2020

Sobre a autora

A escritora Nara Vidal nasceu na cidade mineira de Guarani e é formada em Letras pela UFRJ, com Mestrado em Artes e Herança Cultural pela London Met University. A autora foi a única brasileira entre as premiadas pelo Oceanos 2019. Residindo atualmente na Inglaterra, Vidal alcançou o terceiro lugar da premiação pela publicação de “Sorte”, seu primeiro romance editado pela Moinhos, pequena casa editorial portuguesa.

Em parceria com a University College London, a escritora é uma das fundadoras do Brazilian Translation Club e mantém uma livraria online especializada em literatura brasileira contemporânea, a Capitolina Books. Por três vezes, ganhou o Brazilian Press Awards na categoria Literatura, prêmio que elege os destaques da cultura brasileira no Reino Unido.

Autora de livros juvenis e de dois volumes de contos, a escritora levou seis anos para escrever sua primeira ficção longa. Após uma extensa pesquisa, construiu em breves 100 páginas a história de Margareth, uma pobre irlandesa que emigra para o Brasil e se torna amiga de Mariava, uma escrava.

 


Citações

“’Sorte’ tem uma linguagem austera, reduzida ao osso da palavra.”
Daniel Jonas, jurado do Prêmio Oceanos e poeta português, sobre “Sorte” (Moinhos)

 “‘Sorte’ aborda a imigração para o Brasil no século 19 e a degradação da mulher em um ambiente marcado pela escravidão e pelo racismo.”
Brazilian Publishers sobre “Sorte” (Moinhos)

 


Leia mais

Perfil da revista Época sobre Nara Vidal

Matéria da Folha de S. Paulo sobre as vencedoras do Prêmio Oceanos de Literatura 2019

Entrevista de Nara Vidal sobre “Sorte” (Intrínseca) para o jornal O Tempo

Entrevista de Nara Vidal para o site Ambrosia