29 de outubro de 2009

A Arte de Virar a Página

A arte de virar a página conta uma história cotidiana e simples, mas profundamente representativa do universo feminino contemporâneo. Assim como na vida, dias bons e ruins se sucedem a cada página em flashes ilustrados com muito humor. Fruto da parceria com o fotógrafo Léo Miranda, a obra “é um livro-objeto, que pode ser manuseado de maneira simples e que tem uma mensagem que vai direto ao ponto”, diz a autora. As páginas revelam uma mulher inquieta, que se entristece e volta a se alegrar; que duvida e novamente acredita; que é muitas e ao mesmo tempo uma só.
“William Shakespeare escreveu que guardar ressentimentos é como tomar veneno esperando que o outro morra. Pois o ideal de superá-los é justamente o que torna válido o ato de virar a página”, compara Adriana. Para ela, é preciso constantemente buscar essa aplicação na vida pessoal, no trabalho, com os amigos e com o mundo. “É preciso que a gente aprenda a lidar com um dia após o outro e perceber que certos tipos de problema não podem ser resolvidos, mas é preciso ir adiante, continuar a vida da melhor forma possível”, diz .
A arte de virar a página não é um guia filosófico de bem-estar, mas um retrato bem-humorado e descomplicado dos questionamentos da vida, compartilhados por mulheres de todas as idades, em todo o mundo.

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