10 de novembro de 2006

A confissão

Um seqüestrador explica para sua vítima, durante uma longa madrugada, suas razões para capturá-la. Amarrada a uma poltrona, ela escuta uma história de amor, medo e surpresas. Da inusitada ocupação do protagonista – um ladrão especializado em furtar livros – às descobertas que ele faz sobre sua própria identidade, tudo é revelado no longo monólogo do seqüestrador em A confissão.
O nome do protagonista nunca é mencionado, como também não são revelados detalhes de sua família. Para ele, só importam as pessoas que passam a fazer parte de sua vida. Enquanto cadáveres surgem à sua volta, ele jamais é responsabilizado por qualquer crime. Para evitar novas mortes, sai do Rio e corre o mundo até se isolar em uma aldeia da China. Mesmo assim, ele parece não ter sossego.
Escrito na primeira pessoa e sem diálogos, o livro é o relato labiríntico e entrecortado das muitas histórias que o narrador tem para contar. O leitor acompanha passo a passo as aventuras deste estranho sedutor, que parece querer ao mesmo tempo atrair e amedrontar a mulher que tem diante de si.
“Uma ficção sedutora”
Correio Braziliense
“Romance magnificamente construído por Flavio Carneiro. Dividido em dois blocos, passado e presente, que dialogam por meio de uma intensidade extraordinária, o autor contrapõe ausência e presença, inquietude existencial e um permanente sentimento de solidão, dor e prazer, vida e morte”
O Globo 
“Romance que o consolida entre os mais importantes autores contemporâneos brasileiros”
Jornal Rascunho

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