27 de março de 2020

Pequod

“Um avô e uma avó, um pai e uma mãe, o filho e as filhas. Principalmente um filho e seu pai. Uma cidade ao Sul, outra ainda mais ao Sul; uma playa uruguaya e um navio há anos afundando. Uma raiz remota na Galícia. A poesia, o tango, o delírio metódico da criação, o Dr. Fiss. Muitos dias frios. Muitos chuvosos. O quarto das aranhas. A sala dos espelhos. Goteiras pela casa toda e um relógio na parede da saleta. O filho relembra, ou julga relembrar, a história do pai. A sua história com o pai. O filho conta a experiência da perda: da ingenuidade, da infância, da lucidez do pai, do próprio pai. O filho se percebe um satélite do pai. O filho recorta um pedaço do tempo para contar, rememorar, digerir a experiência. Com tais ingredientes Vitor Ramil lida para criar esta novela única no cenário recente do país. Ninguém duvidava que o autor de tantas canções geniais fosse capaz de criar literatura.” (por Luís Augusto Fischer)


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